Francisca Edwiges Neves Gonzaga, ou como mais conhecida Chiquinha Gonzaga (1847-1935) foi
compositora, pianista e regente brasileira. Primeira mulher a reger uma
orquestra no Brasil. Autora da primeira marchinha de carnaval "Ó abre
alas". Desde criança mostrou interesse pela música. Dedicou-se ao piano e
compôs valsas e polcas. Separada do marido, dava aulas de piano e
apresentava-se com o conjunto Choro Carioca, em festas domésticas, tocando
piano. Seu primeiro sucesso, com 29 anos, foi a composição
"Atraente", um animado choro. Se dedicou a musicar peças para o
Teatro de Revista, sofrendo preconceitos, mas finalmente inicia sua carreira de
maestrina com a revista "A corte na roça". Sua música faz grande
sucesso e recebe vários convites de trabalho. Sua carreira ganha prestígio com
a marcha-rancho "Ó abre alas" feita para o carnaval de 1899.
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| Chiquinha Gonzaga mais nova |
Música de mais sucesso de Chiquinha Gonzaga
(Abre Alas)
Ó abre alas que eu quero passar
Ó abre alas que eu quero passar
Eu sou da lira não posso negar
Eu sou da lira não posso negar
Ó abre alas que eu quero passar
Ó abre alas que eu quero passar
Rosa de ouro é que vai ganhar
Rosa de ouro é que vai ganhar
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| Capa de sua obra |
Homenagens, séries e filmes Em 1999, a Rede Globo exibiu a minissérie Chiquinha Gonzaga. Regina Duarte interpretou a compositora e a elogiou, dizendo ser uma mulher "extraordinária e de pulso firme". No filme Brasília 18%, quem deu vida à Chiquinha foi Bete Mendes. Malu Galli a interpretou no filme O Xangô de Baker Street, baseado no livro de Jô Soares.
Casarão
Em 2010, um fogo destruiu o casarão em que viveu Chiquinha Gonzaga. O imóvel estava abandonado, e já havia sido usado como sede do Arquivo Nacional de Teatro. O imóvel de dois pavimentos servia de abrigo a invadores. Chiquinha Gonzaga também recebeu homenagens de escolas de samba. No ano de 1985, quem fez um tributo foi a Mangueira, com o enredo Abram Alas Que Eu Quero Passar. Em 1997, foi a vez da Imperatriz Leopoldinense, com o samba Eu Sou Da Lira, Não Posso Negar.
Casarão
Em 2010, um fogo destruiu o casarão em que viveu Chiquinha Gonzaga. O imóvel estava abandonado, e já havia sido usado como sede do Arquivo Nacional de Teatro. O imóvel de dois pavimentos servia de abrigo a invadores. Chiquinha Gonzaga também recebeu homenagens de escolas de samba. No ano de 1985, quem fez um tributo foi a Mangueira, com o enredo Abram Alas Que Eu Quero Passar. Em 1997, foi a vez da Imperatriz Leopoldinense, com o samba Eu Sou Da Lira, Não Posso Negar.
Referências:
http://www.e-biografias.net/chiquinha_gonzaga/
http://www.vagalume.com.br/chiquinha-gonzaga/abre-alas.html
http://musica.terra.com.br/ha-88-anos-morria-chiquinha-gonzaga-relembre-vida-e-carreira,197c5b472e02d310VgnVCM5000009ccceb0aRCRD.html




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